Tarot - O Caminho dos Loucos...


Organizando...

Feliz encontro!!!

 

 

Queridos viajantes, sou Anita, taróloga.

 

 

Ministro consultas, palestras e cursos de Tarot.

 

 

Na seção 'Eventos', vcs encontrarão o(s) próximo(s) cursos;

 

 

Na seção 'Artigos', vcs encontrarão textos de minha autoria;

 

 

Na seção 'Publicações', vcs encontrarão artigos publicados em outros sites.

 

 

Um forte abraço!



Escrito por Anita La Fey às 08h05
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O Louco

Continuando nossa viagem... neste 3º artigo, sobre o “Caminho do Louco”... Mas por que o Tarot é assim conhecido?

Dentre inúmeras possíveis explicações, uma que gosto muito:

Num reino distante... Havia um “bobo-da-corte”... na verdade, eles são os serviçais com mais conhecimento em qualquer reino... pois freqüentam todas as festas, reuniões, e afins...

Um dia, um dos membros da realeza, ao dar-se conta deste fato, mandou que expulsassem o melhor bobo-da-corte de tal reino.E a guarda real o fez.  Além de expulsá-lo “com a roupa do corpo”, enviaram um cão, treinado por eles, para terem certeza de seu afastamento... Aí, ele foi seguindo seu caminho... ainda triste pela perda, pelo desconforto da situação... quando chega num penhasco... sem saber o que fazer, precisa escolher entre jogar-se ao penhasco ou tentar voltar à sua antiga rotina, lutando com a Guarda Real e implorando redenção à realeza. Eis que ele salta o penhasco, fere-se... e sobrevive!!! E segue seu caminho, rasgado, ferido, mas livre!!!

É onde ele começa sua busca por respostas... e ocorre sua evolução espiritual, sua tomada de consciência... seu reencontro com sua origem, pura!!!

Quantas vezes, para nos encontrarmos com nossa essência, descobrirmos o que há de mais profundo em nossa alma (e muitas vezes nem tão profundo assim... ceei...), precisamos que uma guarda real nos persiga e nos expulse da mesmice de nossa vida, da mesquinharia de nosso tão fechado mundinho???

Quantas vezes, ao invés de saltarmos ao penhasco, preferimos implorar à vida para nos deixar ali, quietinhos, no que conhecemos “de cor e salteado”???

É bem neste contexto, que nosso Louco surge nas interpretações do Tarot... quando precisamos – ou já começamos – dar um salto, mas sentimo-nos perdidos e sós no Caminho... é a famosa pergunta: “Caso ou compro uma bicicleta”???

Neste momento, temos uma vaga noção da denominação do Tarot como “Caminho do Louco”... é o caminho da evolução espiritual... os Arcanos vão nos mostrando a transformação de nosso amigo “peregrino” (o Louco), as diversas faces que ele assume e as fases por que passa.

Após certo período, transforma-se no Mago, na Sacerdotisa... e assim por diante...

Por isso, também, ele está nos números 0 e 22 => é o início e o fim da jornada... pois mostra nossa condição de eternos aprendizes!!! 

Anita, taróloga 

Artigo publicado no Boletim da Comunidade Neo pagã Brasileira, 2004



Categoria: Artigos
Escrito por Anita La Fey às 08h03
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Breve histórico sobre o Tarot

Começaremos então nossa viagem... a Viagem do Louco...

Mas, antes de estudarmos seus “passos”, dissertemos um pouco a respeito deste oráculo...

A começar pelo significado desta palavra. Alguns estudiosos o atribuem a palavra egípcia Ta-rosh (= caminho real), outros ao deus Toth; há quem diga que deriva do termo Torah , “o livro da lei” em uma doutrina hebraica ou ainda do termo tar, de origem cigana, designando um baralho de cartas.

Mas o mais “aceito” geralmente, é a derivação da palavra Tarocco – nome de um jogo de cartas requintado, utilizado amplamente na Europa - jogos de azar...

Essas cartas eram pintadas à mão... um dos baralhos mais antigos e requintados até hoje foi o de Visconti-Sforza – suas 22 cartas foram pintadas no século XIV, para o Duque de Milão e continha detalhes folheados a ouro!

A pintura destes baralhos resultava em uma profissão gratificante...

Bem, quanto a questões históricas, seria necessário digitar um livro para abordá-las...

Há correntes que defendem que os ensinamentos contidos no tarô provêm dos mestres atlantes; outras, do Egito Antigo (conf. Court Gébelin), do povo cigano (conf. Papus), dos cavaleiros que vinham das cruzadas, de jogos chineses com figuras de animais e números (que também apontam para a origem dos dominós)... mas um dos primeiros documentos sobre o assunto foi um relato escrito pelo monge alemão Johaness, na Suíça, sobre jogos na França, que eram utilizados para adivinhação.

Há museus - Portugal, Itália, Espanha, França, Nova Iorque... – onde constam relatos sobre o tarô, bem como várias lâminas...

Quanto à estrutura do Tarô, variou muito entre seus “criadores”, e existem diferenças entre vários modelos desde seu primeiro registro histórico até os dias atuais... mas a estrutura mais comum e tida como tradicional é a composta por 22 Arcanos Maiores... falaremos sobre este assunto no próximo artigo...

O importante é que, mesmo após tanto tempo, perseguições, injustiças... o Tarô sobreviveu às fogueiras, e está aí, para auxiliar-nos no desenvolvimento próprio, do outro e do mundo!!!

Anita, taróloga

 

Artigo publicado no Boletim da Comunidade Neo pagã Brasileira, Março/2004



Categoria: Artigos
Escrito por Anita La Fey às 07h59
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Tarô não se aprende: se desperta!

 

Então, por que tantas obras sobre o Tarô??? Pra que estudarmos toda sua simbologia??? Qual o papel da intuição? É correto prevermos o futuro? Aliás, isto pode realmente ser feito? Como melhorar nossa vida através de simples cartas? Qual o melhor Tarô?

Estas, dentre outras centenas de questões, são feitas em palestras e mesmo durante consultas. As respostas são simples...

Quando digo que o Tarô deve ser despertado, quero dizer que devemos senti-lo pulsando dentro de nós. Enquanto não formos uno, não nos ajudaremos a encontrar as respostas que precisamos.

Vale enfatizar que não basta a compreensão literária – devemos aprender a ouvir a nossa intuição- afinal, a interpretação do Tarô se deve, geralmente, a 40% de simbologia e 60% de intuição.

A simbologia a ser estudada é a mais diversa possível. Existem muitos e muitos tipos de Tarô, embutidas as mais diversas crenças, costumes, tradições... e histórias de civilizações, mesmo!

Sua origem é atribuída a mitos, deuses, civilizações, grandes místicos, artes divinatórias e adivinhatórias, a jogos nobres, dominós chineses... e infinitas teorias mundo afora... mas há evidências históricas em museus na Europa, principalmente.

Convido-lhes a embarcar nesta viagem que começa aqui, até a essência de seu ser!!!

 

Anita, taróloga

 

Artigo publicado no Boletim da Comunidade Neo pagã Brasileira, 2004



Categoria: Artigos
Escrito por Anita La Fey às 07h56
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Oiês!

Queridos visitantes, dêem uma passadinha no Clube da Calcinha e leiam meus artigos também!

Espero seus comentários diretamente no site, tá?!

http://www.clubedacalcinha.com.br/astrologia06.htm

http://www.clubedacalcinha.com.br/astrologia04.htm

Bjo!

Anita La Fey

 



Categoria: Publicações
Escrito por Anita La Fey às 07h51
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Feliz encontro!

Benvindos ao meu blog!

Aqui nos encontraremos pra papear sobre o Tarot, este oráculo maravilhoso, sempre pronto a nos orientar... neste espaço, publicarei alguns materiais, artigos, indicações de cursos, etc.

Super beijo e boa viagem!!!

Anita La Fey



Escrito por Anita La Fey às 21h30
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